Dirigente do judô estadual pede maior apoio privado

O novo presidente da FJMS (Federação de Judô de Mato Grosso do Sul), Cesar Paschoal, aponta a falta de apoio da iniciativa privada como a principal dificuldade para alavancar o esporte no Estado. Argumenta que a ajuda é necessária para combater a causa dos problemas, principalmente os ligados à criminalidade infantil e a dos jovens, “e não os efeitos”.
Defende que o investimento em esporte, citando como exemplo a construção de centros esportivos, afastaria crianças e jovens dos vícios e da marginalidade.
Em relação ao apoio do poder público, Paschoal afirma que, “não tem do que reclamar”. Este ano, a Federação receberá recursos de R$ 60 mil, através do rankingo do FIE (Fundo de Investimenros Esportivos), e aposta na maior atenção da Funesp (Fundação Municipal de Esporte), que tem como presidente João Rocha, ex-dirigente da FJMS. “Acredito que não só o judô, mas todos os esportes terão esta ajuda. Não haverá favorecimento”, completa.

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Presidente da Federação de Judô quer popularizar esporte

Recém-eleito para comandar a FJMS (Federação de Judô de Mato Grosso do Sul), Cesar Augusto Progetti Paschoal tem como meta principal “pulverizar” o esporte no Estado. Com cerca de mil praticantes, o dirigente quer dobrar este número nos próximos quatro anos. Para isso, pretende aumentar a divulgação da modalidade, através de campanhas e convênios com a entidade privada.
Paschoal, 38 anos, calcula que a Federação tenha atualmente entre 600 a 650 judocas filiados. Há 12 anos fazendo parte da diretoria e 22 praticando o esporte, ele considera baixo a quantidade de esportistas. Para reverter a situação, afirma que um dos trabalhos será a divulgação em massa dos eventos e dos resultados obtidos em Mato Grosso do Sul. “Temos atletas classificados em seleções em praticamente todas as categorias”, alega.
Único candidato, Paschoal foi eleito por aclamação no último domingo e substitui João Rocha, que agora ocupará o cargo de 2º vice-presidente. Completa a diretoria, Jairo Ricardes Rodrigues, nomeado vice-presidente. Nascido em Presidente Prudente, Paschoal é advogado e reside em Campo Grande há pelo menos 30 anos.

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BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

A boa fase do judô brasileiro pode ser traduzida na escolha do país para receber dois eventos oficiais da Federação Internacional de Judô (FIJ), válidos pelo ranking mundial neste novo ciclo olímpico que vai até Londres 2012. O Brasil será sede de uma etapa do Grand Slam, nos dias 4 e 5 de julho, e de uma Copa do Mundo (masculina e feminina), no mesmo mês. As cidades sedes serão anunciadas ainda em janeiro.

“Os projetos apresentados pelo Brasil são de alta qualidade e o país será o único a receber dois eventos válidos pelo ranking mundial este ano”, diz o diretor técnico da FIJ, Vladimir Barta.

“Em nossa busca por pontuação no ranking mundial, ter dois eventos em casa é algo importante”, diz o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.

Não são apenas os atletas brasileiros que poderão tirar proveito de lutar em tatames nacionais. Judocas de todo o continente americano também serão beneficiados.

“Ter dois eventos deste nível na América do Sul tem um valor enorme para os países sul-americanos em busca da classificação olímpica, já que assim assumirão menos custos para as viagens”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô e da Confederação Sul-Americana de Judô, Paulo Wanderley Teixeira. “Sem dúvida ter um Grand Slam e uma Copa do Mundo no Brasil é prova da força internacional que temos”, completa.

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BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

A boa fase do judô brasileiro pode ser traduzida na escolha do país para receber dois eventos oficiais da Federação Internacional de Judô (FIJ), válidos pelo ranking mundial neste novo ciclo olímpico que vai até Londres 2012. O Brasil será sede de uma etapa do Grand Slam, nos dias 4 e 5 de julho, e de uma Copa do Mundo (masculina e feminina), no mesmo mês. As cidades sedes serão anunciadas ainda em janeiro.

“Os projetos apresentados pelo Brasil são de alta qualidade e o país será o único a receber dois eventos válidos pelo ranking mundial este ano”, diz o diretor técnico da FIJ, Vladimir Barta.

“Em nossa busca por pontuação no ranking mundial, ter dois eventos em casa é algo importante”, diz o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.

Não são apenas os atletas brasileiros que poderão tirar proveito de lutar em tatames nacionais. Judocas de todo o continente americano também serão beneficiados.

“Ter dois eventos deste nível na América do Sul tem um valor enorme para os países sul-americanos em busca da classificação olímpica, já que assim assumirão menos custos para as viagens”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô e da Confederação Sul-Americana de Judô, Paulo Wanderley Teixeira. “Sem dúvida ter um Grand Slam e uma Copa do Mundo no Brasil é prova da força internacional que temos”, completa.

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BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

A boa fase do judô brasileiro pode ser traduzida na escolha do país para receber dois eventos oficiais da Federação Internacional de Judô (FIJ), válidos pelo ranking mundial neste novo ciclo olímpico que vai até Londres 2012. O Brasil será sede de uma etapa do Grand Slam, nos dias 4 e 5 de julho, e de uma Copa do Mundo (masculina e feminina), no mesmo mês. As cidades sedes serão anunciadas ainda em janeiro.

“Os projetos apresentados pelo Brasil são de alta qualidade e o país será o único a receber dois eventos válidos pelo ranking mundial este ano”, diz o diretor técnico da FIJ, Vladimir Barta.

“Em nossa busca por pontuação no ranking mundial, ter dois eventos em casa é algo importante”, diz o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.

Não são apenas os atletas brasileiros que poderão tirar proveito de lutar em tatames nacionais. Judocas de todo o continente americano também serão beneficiados.

“Ter dois eventos deste nível na América do Sul tem um valor enorme para os países sul-americanos em busca da classificação olímpica, já que assim assumirão menos custos para as viagens”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô e da Confederação Sul-Americana de Judô, Paulo Wanderley Teixeira. “Sem dúvida ter um Grand Slam e uma Copa do Mundo no Brasil é prova da força internacional que temos”, completa.

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COMISSÃO TÉCNICA SE REÚNE PARA DEFINIR DETALHES DA TEMPORADA 2009

COMISSÃO TÉCNICA SE REÚNE PARA DEFINIR DETALHES DA TEMPORADA 2009

O presidente da Confederação Brasileira de Judô, Paulo Wanderley Teixeira, e o coordenador técnico internacional, Ney Wilson, se reuniram longamente com o diretor técnico da Federação Internacional de Judô, o tcheco Vladimir Barta, em Paris, durante o Campeonato Mundial Absoluto (20-21 de dezembro) para esclarecer alguns pontos em relação ao novo sistema de ranqueamento olímpico. Na conversa, Barta fez questão de saber a opinião dos brasileiros sobre o novo ranking mundial e os novos torneios internacionais. E respondeu a todas as perguntas feitas pelos dirigentes brasileiros.

Com base nas informações trazidas da França, o coordenador técnico Ney Wilson se reunirá nesta terça-feira (6/1) com os treinadores Rosicléia Campos, da seleção feminina sênior, e Luiz Shinohara, da seleção masculina sênior, para ajustar alguns detalhes para o ciclo olímpico que vai até Londres 2012, a começar da temporada que se inicia em fevereiro de 2009.

“Já havíamos elaborado um esqueleto de calendário e ações e, agora, faremos alguns ajustes para começar efetivamente o trabalho com os atletas”, explica Ney Wilson.

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