Super ligeiros para Pan e Sul-Americanos definidos no Troféu Brasil

O IV Troféu Brasil Interclubes de Judô, que realizar-se-á em 07 de maio, no Espírito Santo, será palco da Seletiva para o Campeonato Pan-Americano e Sul-Americano na categoria super ligeiro, masculino e feminino. Os Campeonatos acontecerão em maio, em Porto Rico e Colômbia.

O Interclubes é uma promoção da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) e realização da Federação Espiritossantense de Judô (FEJ). Na competição, o campeão de cada categoria de peso olímpico integrará o Ranking Nacional 2006, o que significa que estará no grupo dos seis atletas pré-classificados para 2006, com chances de disputa das vagas para seletiva do Pan-2007 e Olimpíadas de 2008.

A disputa é individual e cada clube poderá participar com até dez atletas por sexo, independente da categoria de peso. O custo da inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais) e deverá ser encaminhada pela federação de origem à CBJ e à FEJ até o dia 02 de maio, próxima segunda-feira.

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A I COPA MINAS TÊNIS CLUBE DE JUDÔ. PRAZO TERMINA NO DIA 4 DE MAIO

Encontram-se abertas até o dia 4 de maio as inscrições para a I Copa Minas Tênis Clube de Judô, que faz parte das comemorações do 70º aniversário do Clube. A competição será entre os dias 13 e 15 de maio, no Centro de Treinamento Juscelino Kubitschek, no Minas I, e terá como principal objetivo promover o intercâmbio com vários atletas de alto nível. A Copa Minas Tênis Clube ainda terá as versões vôlei feminino (21 a 24/4), futsal e tênis (20 a 26 de junho), basquete (15 a 17 de julho), natação (27 e 28 de agosto) e vôlei masculino (7 a 11 de setembro), além da ginástica olímpica que ainda não teve sua data definida.

A Copa Minas Tênis Clube de Judô tem a chancela da Federação Mineira de Judô (FMJ) e também da Confederação Brasileira de Judô (CBJ). A competição é aberta, podendo inscrever-se inclusive atletas de outros Estados, desde que liberados por sua federação de origem mediante oficio. Será exigida a apresentação da carteira do atleta. A Copa seguirá as regras da FIJ (Federação Internacional de Judô), UPJ e da Confederação Brasileira de Judô.

A inscrição, levando-se em conta o ano de nascimento, é gratuita, e as federação e clubes participantes devem indicar um árbitro para o evento.

Os interessados podem fazer contatos pelos telefones (031) 3516-1074/1077/3516-1062(fax), ou ainda pelo e-mail sergio.cota@minastc.com.br.

Categorias de Peso

Pré-Juvenil (duração do combate: 3min)
1991/92 (13/14 anos)
Mulheres -36–40 -44 -48 -53 -58 -64 +64
Homens -36 -40 -44 -48 -53 -58 -64 +64

Juvenil (duração do combate: 4min)
1990/89 (15/16 anos)
Mulheres -40 -44 – 48 -52 -57 -63 –70 +70
Homens -51 -55 -60 -66 -73 -81 -90 +90

Júnior (duração do combate: 4min)
1988/87/86 (17/18/19 anos)
Mulheres -44 -48 -52 -57 -63 -70 –78 +78
Homens -55 -60 -66 -73 -81 -90 -100 +100

Sênior (duração do combate: 5min)
1985 (+20 anos)
Mulheres -44 -48 -52 -57 -63 -70 -78 +78
Homens -55 -60 -66 -73 -81 -90 -100 +100

Pontuação e premiação – Receberão medalhas os participantes de todas as classes que obtiverem a classificação de 1°, 2° e (dois) terceiros lugares. As Associações e/ou Academias que tenham conseguido classificação de 1° ao 3° lugares na contagem geral ganharão troféus. Na apuração, o campeão receberá 10 pontos, seguido pelo vice-campeão com 6 pontos e o terceiro com 3 pontos.

Programa

13/5 – (sexta-feira)
– Chegada das Delegações/Credenciamento
Congresso Técnico: 19h – Sala de vídeo – Nível 1 da Arena Telemig Celular

14/5 – (sábado)
– 6h às 7h – Pesagem Extra-Oficial. (Dojô – Minas I)
– 7h às 7h30 – Pesagem Oficial Júnior(17/18/19 anos)
– 7h30 às 8h – Pesagem Oficial Pré-Juvenil (13/14 anos)
– 9h – Início dos combates classe Pré-Juvenil (13/14 anos)
– 14h – Início dos combates classe Júnior(17/18/19 anos)

15/5 (domingo)
– 6h30 às 7h – Pesagem Extra-Oficial. (Dojô – Minas I)
– 7h às 7h30 – Pesagem Oficial Juvenil (15/16 anos)
– 7h30 às 8h – Pesagem Oficial Sênior (+20 anos)
– 8h30 – Abertura da competição
– 9h – Início dos combates classe Juvenil (15/16 anos)
– 14h – Início dos combates classe Sênior (+20 anos)

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Judô – Esporte Olímpico

Vantagens
– Oferece condicionamento físico muscular e cardiovascular.
– Melhora a coordenação motora.
– Incentiva valores como o auto-controle, o respeito aos adversários, a humildade e a coragem.
– É um método de defesa pessoal.

Riscos
– Se praticado regularmente e na presença de um professor devidamente qualificado, o judô oferece poucos riscos. O professor Júlio Sakae Yokoyama esclarece que o esporte possui uma série de regras destinadas a proteger a integridade física do desportista.

Período mínimo para fazer efeito
– De acordo com o professor Júlio Sakae Yokoyama, as melhoras técnicas do judô podem ser sentidas após um ano de treinamento com o mínimo de três vezes por semana. Já as melhoras no preparo físico chegam mais rápido, em cerca de seis meses.

Quem deve fazer
– Para quem quiser ser um judoca profissional, o ideal é começar cedo, a partir dos sete anos de idade.
– Já para quem quer melhorar o condicionamento físico, o judô pode começar a ser praticado em qualquer idade.

Dicas do especialista
“O judô só deve ser praticado em academias cujos professores pertençam à federação de judô de seu estado. Antes de se matricular, certifique-se da habilitação do professor.”

Júlio Sakae Yokoyama (Professor do Sétimo Grau de Judô e membro da Federação Paulista de Judô).

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Paulo Wanderley participa de reunião sobre os Jogos de 2006

O Presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley Teixeira, embarcou nesta sexta-feira, às 07h30, para La Paz, Bolívia, sede dos Jogos Sul-Americanos de 2006.

A viagem deu-se por um convite da Comissão Organizadora dos Jogos para uma reunião com os Presidentes das Confederações Esportivas Sul-Americanas.

Na pauta da reunião estão assuntos referentes a cada modalidade participante da programação oficial.

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Fejur: o judô de RO agradece

Em uma luta de judô, o grande vencedor é aquele que consegue, no tempo regulamentar, aplicar o maior número de golpes no adversário ou então aplicar um Ipon, o golpe perfeito, e encerrar a luta. Mas no Campeonato Brasileiro – Região 5, que se encerra hoje, o grande vencedor é o esporte rondoniense.

A vinda, pela primeira vez, de uma competição da grandiosidade de um Campeonato Brasileiro para Rondônia, e mais precisamente para uma cidade do interior, é uma conquista para ficar na história do esporte do Estado.

Por dois dias, Ji-Paraná foi “invadida” por quase 700 atletas vindos de cinco estados do país, vários de nível de seleção brasileira, para disputar aqui, vagas para outras competições mais importantes como Sul- Americano, Mundial, Pan-Americano, entre outros.

A responsável por essa conquista é Seloi Totti. Ela tornou, não só a inclusão de Rondônia em um regional mais competitivo, recebendo a carinhosa alcunha de “audaciosa” por nada mais nada menos que o presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley Teixeira, como elevou o nome do Estado em todo o território nacional.

Aliás, Teixeira foi só elogios ao trabalho da Federação Rondoniense de Judô “Fejur” na organização do Brasileiro, que teve início ontem, no ginásio Adão Lamota, e vai até o final do dia de hoje.

Descentralizando o judô
Em entrevista à Folha de Rondonia, Wanderley Teixeira não mediu palavras para elogiar a atuação da Fejur no cenário do judô brasileiro. O presidente da CBJ disse que o trabalho realizado pela Fejur em Rondônia vem ao encontro de uma das principais metas da entidade para os próximos anos, ou seja, a descentralização da modalidade do eixo Rio São Paulo, dando oportunidades para atletas dos mais distantes rincões do país. Como exemplo, Teixeira citou a judoca rondoniense Lilian Lenzi, que agora faz parte da seleção permanente do Brasil para a Olimpíada de 2008.

“Se não tivermos o suporte das federações, a coisa não funciona. Tem que haver federações fortes e empreendedoras como a Fejur para que possamos levar a modalidade a todo o país”, enfatizou Teixeira.

Projeção para o Brasil
Teixeira fez questão de resaltar a importância de eventos desta magnitude não só para o esporte, mas para o turismo, o comércio e a projeção do Estado em nível nacional.

Mesmo com as dificuldades físicas, por causa da distância que a maioria das delegações tiveram que percorrer, o presidente da CBJ afirmou que o fortalecimento do judô da região faz valer a pena todo esforço desprendido pelos presidentes das federações.

A delegação de Mato Grosso do Sul que o diga. Contando com 100 atletas, 11 dirigentes, cinco técnicos e seis árbitros, a delegação viajou mais de trinta horas de ônibus para chegar a Ji-Paraná. A delegação sulmatogrossense chegou ao município na última quinta-feira, à tarde, e no outro dia pela manhã os atletas já faziam atividades esportivas no centro de treinamento da Polícia Militar.

Jairo Ricardes Rodrigues, chefe da delegação do Mato Grosso do Sul, “cantou” no mesmo tom do presidente da CBJ: “É longe e cansativo, mas vale a pena, pois fortalece o judô de nossa região”.

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DF perde a hegemonia do Judô Regional para MS

Os atletas e seus professores estão de parabéns, e merecem todos os louros da conquista – com 47 judocas, menos da metade das 100 vagas possíveis, os competidores trouxeram para Brasília o título de Vice-campeã Regional de Judô. Em termos relativos é um grande feito, considerando a diferença de apenas oito medalhas de ouro colecionadas a mais por Mato Grosso do Sul, equipe campeã, que compareceu com o time completo (com 98, para ser exato); e permite inferir que Brasília seria novamente campeã se tivesse levado a equipe cheia. Melhor dizendo, seria decacampeã da região – a seqüência de nove títulos (consecutivos), ora interrompida, reforça essa evidência.

Impossível, então, não buscar causas para a perda da supremacia de uma década no Judô regional. Antes, porém, há que se congratular a Federação de Judô do Mato Grosso do Sul pelo título de campeã e pela competência de ter captado recursos suficientes para desonerar em 50% todos os atletas da equipe. O professor João Rocha – que fez rasgados elogios à organização e à infra-estrutura oferecidas pela federação local – ressaltou a união e o espírito de equipe, que permitiram o resultado almejado a partir do esforço de cada um.

É fato que o local do torneio é muito distante de Brasília, mas isso não justifica a reduzida delegação, pois também é longe de Campo Grande. Na verdade, nem é necessário fazer muito esforço para entender o que aconteceu – o alerta de que a seqüência de títulos poderia ser quebrada foi dado no início do mês, quando noticiamos que os pais pagariam a conta da participação do DF no Regional de Judô. Merece registro o fato de que, poucos dias antes do torneio, a Secretaria de Esporte do DF compareceu com um ônibus (não se tem notícia de algum repasse em espécie), mas, ao que parece, essa ajuda além de escassa veio muito em cima da hora.

Em resumo, a falta de ações suficientes por parte da Femeju, no tocante à captação de recursos junto à iniciativa privada, e ao desembaraço de sua prestação de contas junto ao TCDF; associadas ao insuficiente apoio da Secretaria de Esporte, podem ter sido as principais causas do desfalque na Delegação Candanga, que, provavelmente, implicou o vice-campeonato no regional deste ano, colocação inferior a das últimas nove temporadas.

A Copa Brasília vem aí. Vamos ver se os recursos aparecem. Se isso ocorrer, poderíamos aduzir aos possíveis motivos do insucesso no regional a prioridade (falta de) que foi dada pela Femeju e/ou pela Secretaria de Esporte àquele evento.

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Campeonato Brasileiro Região V

Nos últimos dias 15 a 17 de abril, a cidade de Ji-Paraná, em Rondônia, recebu o Campeonato Brasileiro Região V. Participaram do evento as delegações dos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Distrito Federal, além do anfitrião, Rondônia, reunindo aproximadamente 350 competidores, desde o Infanto Juvenil até o adulto.

A abertura do Brasileiro Região V contou com a participação do Governador de Rondônia, Ivo Cassol, do Prefeito Municipal, José de Abreu Viana, além da Presidente da Federação de Rondônia, Seloi Totti e do Presidente da CBJ, Paulo Wanderley, do Coordenador Técnico Nacional, João Rocha, do Coordenador Nacional de Arbitragem, José Pereira e de diversa outras autoridades.

A competição em Ji-Paraná foi estruturada com equipamentos e materiais que não deveram nada aos grandes centros esportivos. Foram montadas quatro áreas de competição com tatami sintético, quatro placares eletrônicos, sistema de sorteio informatizado, telão no ginásio, transporte interno realizado em ônibus classe turismo, atendimento médico de qualidade com hospitais de plantão para atendimento de urgência, rede hoteleira mais do que suficiente, além de uma premiação de qualidade incluindo, além das medalhas, diplomas para todos os participantes e troféus para as equipes classificadas.

A organização foi tão satisfatória que mereceu o elogio do Presidente da CBJ. Paulo Wanderley comentou que “a Federação de Judô de Rondônia e a cidade de Ji-Paraná superaram as expectativas e demonstraram uma grande capacidade de organização realizando este que foi, até o presente, o maior Campeonato Brasileiro Regional pormovido pela CBJ.”

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Ji-Paraná se prepara para o Brasileiro de Judô

O município de Ji-Paraná se prepara para sediar no período de 15 a 17 de Abril próximo uma etapa do Campenato Brasileiro de Judô.

O evento, que pela primeira vez acontece em Rondônia, vai reunir cerca de 700 competidores dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins, Distrito Federal e Goiás. Os atletas que representarão Rondônia no Brasileiro Regional participaram no último final de semana de um torneio seletivo, ocorrido no município de Ouro Preto do Oeste.

De acordo com previsão da presidente da Federação de Judô do Estado de Rondônia (Fejur), professora Seloi Totti, cada estado deve enviar para o regional, cerca de 100 atletas, além de outros 20 membros de comissão técnica, sendo eles técnicos, auxiliares, médicos, entre outros. A Fejur está responsável pela realização do evento em Ji-Paraná, e que segundo Seloi, foi conquistado o direito de sediar em reconhecimento de um trabalho de vários anos.

A presidente da Fejur lamentou, no entanto, que faltando menos de um mês para o início da competição, nem sequer o ginásio Adão Lamota, local determinado para o evento, está em condições. Outra preocupação de Seloi é quanto ao apoio financeiro de empresas, prefeitura e Governo do Estado que, desde o último ano, garantiram colaborar com o evento, mas que até agora nada foi concretizado.

Uma das preocupações da presidente Seloi Totti é em oferecer o melhor para as muitas delegações envolvidas e não perder a credibilidade junto à Confederação Brasileira de Judô (CBJ). “Para que tudo corra bem, contamos integralmente com o apoio das pessoas com que mantivemos contatos”,finalizou a presidente.

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Judocas de MS viajarão em 3 ônibus para luta em Rondônia

Uma mini-caravana de três ônibus vai levar cerca de 100 judocas do Estado a Ji-Paraná (RO), deixando Campo Grande na quinta-feira. A informação é do presidente da FJMS (Federação de Judô de Mato Grosso do Sul), Cesar Paschoal. Parte dos custos com o transporte, acrescenta, será bancado pela entidade, com recursos do FIE-MS (Fundo de Investimentos Esportivos).
Em Ji-Paraná, os judocas disputarão o Campeonato Brasileiro Regional V, em várias categorias.

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Dirigente do judô estadual pede maior apoio privado

O novo presidente da FJMS (Federação de Judô de Mato Grosso do Sul), Cesar Paschoal, aponta a falta de apoio da iniciativa privada como a principal dificuldade para alavancar o esporte no Estado. Argumenta que a ajuda é necessária para combater a causa dos problemas, principalmente os ligados à criminalidade infantil e a dos jovens, “e não os efeitos”.
Defende que o investimento em esporte, citando como exemplo a construção de centros esportivos, afastaria crianças e jovens dos vícios e da marginalidade.
Em relação ao apoio do poder público, Paschoal afirma que, “não tem do que reclamar”. Este ano, a Federação receberá recursos de R$ 60 mil, através do rankingo do FIE (Fundo de Investimenros Esportivos), e aposta na maior atenção da Funesp (Fundação Municipal de Esporte), que tem como presidente João Rocha, ex-dirigente da FJMS. “Acredito que não só o judô, mas todos os esportes terão esta ajuda. Não haverá favorecimento”, completa.

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