Campeonato Brasileiro Região V

Nos últimos dias 15 a 17 de abril, a cidade de Ji-Paraná, em Rondônia, recebu o Campeonato Brasileiro Região V. Participaram do evento as delegações dos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Distrito Federal, além do anfitrião, Rondônia, reunindo aproximadamente 350 competidores, desde o Infanto Juvenil até o adulto. A abertura do Brasileiro Região V contou com a participação do Governador de Rondônia, Ivo Cassol, do Prefeito Municipal, José de Abreu Viana, além da Presidente da Federação de Rondônia, Seloi Totti e do Presidente da CBJ, Paulo Wanderley, do Coordenador Técnico Nacional, João Rocha, do Coordenador Nacional de Arbitragem, José Pereira e de diversa outras autoridades. A competição em Ji-Paraná foi estruturada com equipamentos e materiais que não deveram nada aos grandes centros esportivos. Foram montadas quatro áreas de competição com tatami sintético, quatro placares eletrônicos, sistema de sorteio informatizado, telão no ginásio, transporte interno realizado em ônibus classe turismo, atendimento médico de qualidade com hospitais de plantão para atendimento de urgência, rede hoteleira mais do que suficiente, além de uma premiação de qualidade incluindo, além das medalhas, diplomas para todos os participantes e troféus para as equipes classificadas. A organização foi tão satisfatória que mereceu o elogio do Presidente da CBJ. Paulo Wanderley comentou que "a Federação de Judô de Rondônia e a cidade de Ji-Paraná superaram as expectativas e demonstraram uma grande capacidade de organização realizando este que foi, até o presente, o maior Campeonato Brasileiro Regional pormovido pela CBJ."

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Ji-Paraná se prepara para o Brasileiro de Judô

O município de Ji-Paraná se prepara para sediar no período de 15 a 17 de Abril próximo uma etapa do Campenato Brasileiro de Judô. O evento, que pela primeira vez acontece em Rondônia, vai reunir cerca de 700 competidores dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins, Distrito Federal e Goiás. Os atletas que representarão Rondônia no Brasileiro Regional participaram no último final de semana de um torneio seletivo, ocorrido no município de Ouro Preto do Oeste. De acordo com previsão da presidente da Federação de Judô do Estado de Rondônia (Fejur), professora Seloi Totti, cada estado deve enviar para o regional, cerca de 100 atletas, além de outros 20 membros de comissão técnica, sendo eles técnicos, auxiliares, médicos, entre outros. A Fejur está responsável pela realização do evento em Ji-Paraná, e que segundo Seloi, foi conquistado o direito de sediar em reconhecimento de um trabalho de vários anos. A presidente da Fejur lamentou, no entanto, que faltando menos de um mês para o início da competição, nem sequer o ginásio Adão Lamota, local determinado para o evento, está em condições. Outra preocupação de Seloi é quanto ao apoio financeiro de empresas, prefeitura e Governo do Estado que, desde o último ano, garantiram colaborar com o evento, mas que até agora nada foi concretizado. Uma das preocupações da presidente Seloi Totti é em oferecer o melhor para as muitas delegações envolvidas e não perder a credibilidade junto à Confederação Brasileira de Judô (CBJ). "Para que tudo corra bem, contamos integralmente com o apoio das pessoas com que mantivemos contatos",finalizou a presidente.

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Judocas de MS viajarão em 3 ônibus para luta em Rondônia

Uma mini-caravana de três ônibus vai levar cerca de 100 judocas do Estado a Ji-Paraná (RO), deixando Campo Grande na quinta-feira. A informação é do presidente da FJMS (Federação de Judô de Mato Grosso do Sul), Cesar Paschoal. Parte dos custos com o transporte, acrescenta, será bancado pela entidade, com recursos do FIE-MS (Fundo de Investimentos Esportivos). Em Ji-Paraná, os judocas disputarão o Campeonato Brasileiro Regional V, em várias categorias.

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Dirigente do judô estadual pede maior apoio privado

O novo presidente da FJMS (Federação de Judô de Mato Grosso do Sul), Cesar Paschoal, aponta a falta de apoio da iniciativa privada como a principal dificuldade para alavancar o esporte no Estado. Argumenta que a ajuda é necessária para combater a causa dos problemas, principalmente os ligados à criminalidade infantil e a dos jovens, “e não os efeitos”. Defende que o investimento em esporte, citando como exemplo a construção de centros esportivos, afastaria crianças e jovens dos vícios e da marginalidade. Em relação ao apoio do poder público, Paschoal afirma que, “não tem do que reclamar”. Este ano, a Federação receberá recursos de R$ 60 mil, através do rankingo do FIE (Fundo de Investimenros Esportivos), e aposta na maior atenção da Funesp (Fundação Municipal de Esporte), que tem como presidente João Rocha, ex-dirigente da FJMS. “Acredito que não só o judô, mas todos os esportes terão esta ajuda. Não haverá favorecimento”, completa.

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Presidente da Federação de Judô quer popularizar esporte

Recém-eleito para comandar a FJMS (Federação de Judô de Mato Grosso do Sul), Cesar Augusto Progetti Paschoal tem como meta principal “pulverizar” o esporte no Estado. Com cerca de mil praticantes, o dirigente quer dobrar este número nos próximos quatro anos. Para isso, pretende aumentar a divulgação da modalidade, através de campanhas e convênios com a entidade privada. Paschoal, 38 anos, calcula que a Federação tenha atualmente entre 600 a 650 judocas filiados. Há 12 anos fazendo parte da diretoria e 22 praticando o esporte, ele considera baixo a quantidade de esportistas. Para reverter a situação, afirma que um dos trabalhos será a divulgação em massa dos eventos e dos resultados obtidos em Mato Grosso do Sul. “Temos atletas classificados em seleções em praticamente todas as categorias”, alega. Único candidato, Paschoal foi eleito por aclamação no último domingo e substitui João Rocha, que agora ocupará o cargo de 2º vice-presidente. Completa a diretoria, Jairo Ricardes Rodrigues, nomeado vice-presidente. Nascido em Presidente Prudente, Paschoal é advogado e reside em Campo Grande há pelo menos 30 anos.

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BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL A boa fase do judô brasileiro pode ser traduzida na escolha do país para receber dois eventos oficiais da Federação Internacional de Judô (FIJ), válidos pelo ranking mundial neste novo ciclo olímpico que vai até Londres 2012. O Brasil será sede de uma etapa do Grand Slam, nos dias 4 e 5 de julho, e de uma Copa do Mundo (masculina e feminina), no mesmo mês. As cidades sedes serão anunciadas ainda em janeiro. “Os projetos apresentados pelo Brasil são de alta qualidade e o país será o único a receber dois eventos válidos pelo ranking mundial este ano”, diz o diretor técnico da FIJ, Vladimir Barta. “Em nossa busca por pontuação no ranking mundial, ter dois eventos em casa é algo importante”, diz o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson. Não são apenas os atletas brasileiros que poderão tirar proveito de lutar em tatames nacionais. Judocas de todo o continente americano também serão beneficiados. “Ter dois eventos deste nível na América do Sul tem um valor enorme para os países sul-americanos em busca da classificação olímpica, já que assim assumirão menos custos para as viagens”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô e da Confederação Sul-Americana de Judô, Paulo Wanderley Teixeira. "Sem dúvida ter um Grand Slam e uma Copa do Mundo no Brasil é prova da força internacional que temos", completa.

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BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL A boa fase do judô brasileiro pode ser traduzida na escolha do país para receber dois eventos oficiais da Federação Internacional de Judô (FIJ), válidos pelo ranking mundial neste novo ciclo olímpico que vai até Londres 2012. O Brasil será sede de uma etapa do Grand Slam, nos dias 4 e 5 de julho, e de uma Copa do Mundo (masculina e feminina), no mesmo mês. As cidades sedes serão anunciadas ainda em janeiro. “Os projetos apresentados pelo Brasil são de alta qualidade e o país será o único a receber dois eventos válidos pelo ranking mundial este ano”, diz o diretor técnico da FIJ, Vladimir Barta. “Em nossa busca por pontuação no ranking mundial, ter dois eventos em casa é algo importante”, diz o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson. Não são apenas os atletas brasileiros que poderão tirar proveito de lutar em tatames nacionais. Judocas de todo o continente americano também serão beneficiados. “Ter dois eventos deste nível na América do Sul tem um valor enorme para os países sul-americanos em busca da classificação olímpica, já que assim assumirão menos custos para as viagens”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô e da Confederação Sul-Americana de Judô, Paulo Wanderley Teixeira. "Sem dúvida ter um Grand Slam e uma Copa do Mundo no Brasil é prova da força internacional que temos", completa.

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BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL

BRASIL RECEBERÁ PELA PRIMEIRA VEZ DOIS EVENTOS OFICIAIS DO CALENDÁRIO INTERNACIONAL A boa fase do judô brasileiro pode ser traduzida na escolha do país para receber dois eventos oficiais da Federação Internacional de Judô (FIJ), válidos pelo ranking mundial neste novo ciclo olímpico que vai até Londres 2012. O Brasil será sede de uma etapa do Grand Slam, nos dias 4 e 5 de julho, e de uma Copa do Mundo (masculina e feminina), no mesmo mês. As cidades sedes serão anunciadas ainda em janeiro. “Os projetos apresentados pelo Brasil são de alta qualidade e o país será o único a receber dois eventos válidos pelo ranking mundial este ano”, diz o diretor técnico da FIJ, Vladimir Barta. “Em nossa busca por pontuação no ranking mundial, ter dois eventos em casa é algo importante”, diz o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson. Não são apenas os atletas brasileiros que poderão tirar proveito de lutar em tatames nacionais. Judocas de todo o continente americano também serão beneficiados. “Ter dois eventos deste nível na América do Sul tem um valor enorme para os países sul-americanos em busca da classificação olímpica, já que assim assumirão menos custos para as viagens”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô e da Confederação Sul-Americana de Judô, Paulo Wanderley Teixeira. "Sem dúvida ter um Grand Slam e uma Copa do Mundo no Brasil é prova da força internacional que temos", completa.

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COMISSÃO TÉCNICA SE REÚNE PARA DEFINIR DETALHES DA TEMPORADA 2009

COMISSÃO TÉCNICA SE REÚNE PARA DEFINIR DETALHES DA TEMPORADA 2009 O presidente da Confederação Brasileira de Judô, Paulo Wanderley Teixeira, e o coordenador técnico internacional, Ney Wilson, se reuniram longamente com o diretor técnico da Federação Internacional de Judô, o tcheco Vladimir Barta, em Paris, durante o Campeonato Mundial Absoluto (20-21 de dezembro) para esclarecer alguns pontos em relação ao novo sistema de ranqueamento olímpico. Na conversa, Barta fez questão de saber a opinião dos brasileiros sobre o novo ranking mundial e os novos torneios internacionais. E respondeu a todas as perguntas feitas pelos dirigentes brasileiros. Com base nas informações trazidas da França, o coordenador técnico Ney Wilson se reunirá nesta terça-feira (6/1) com os treinadores Rosicléia Campos, da seleção feminina sênior, e Luiz Shinohara, da seleção masculina sênior, para ajustar alguns detalhes para o ciclo olímpico que vai até Londres 2012, a começar da temporada que se inicia em fevereiro de 2009. “Já havíamos elaborado um esqueleto de calendário e ações e, agora, faremos alguns ajustes para começar efetivamente o trabalho com os atletas”, explica Ney Wilson.

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